A iniciativa mobiliza tribunais de todo o país e busca ampliar o diálogo entre as partes em casos que tratam de temas como verbas rescisórias, reconhecimento de vínculo, estabilidade da gestante, assédio moral e sexual e discriminação salarial.
“A orientação é que sejam pautados, de preferência, processos que tenham mulheres como reclamantes”, assinala o vice-presidente do TST, ministro Caputo Bastos.
A conciliação permite que trabalhadoras e empregadores participem diretamente da construção de um acordo, reduzindo o tempo de tramitação e tornando a solução do conflito menos desgastante para as partes.
Source: TST

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