14/05/2026 – Com a proximidade do Dia das Mães, o quadro Direto da Rede traz dados alarmantes sobre a realidade de muitas trabalhadoras. Entre 2020 e 2025, mais de 383 mil mães foram demitidas logo após o fim da licença-maternidade – momento em que a mãe e o bebê precisam justamente de estabilidade.
Embora esteja prevista em lei a garantia no emprego desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, as demissões realizadas logo depois do fim do período mostram que a maternidade ainda é vista como obstáculo no mercado de trabalho. O tema é discutido no quadro sob a perspectiva de que ser mãe não pode significar perder o emprego.
Source: TST

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